Imagine a seguinte situação: você está caminhando tranquilamente pela rua, e de repente uma pessoa lhe mostra a palma da mão com um ponto preto pintado, o que você faz? Corre? Se assusta? Nada disso! Você deve ligar imediatamente para a delegacia. Essa pessoa pode estar precisando, e muito da sua ajuda.

O ponto preto faz parte de uma campanha  “Black Dot” (ponto preto), lançada há cerca de um mês no Facebook que tem como objetivo ajudar mulheres vítimas de violência ao redor do mundo. O gesto funciona como um pedido de socorro silencioso, capaz de tirar a pessoa de uma situação de risco sem gritar ou fazer alarde.
O nome da mulher que criou o movimento não foi divulgado, mas ela chegou a dar entrevistas explicando sua intenção. A inglesa contou ter sofrido violência física, emocional e sexual por cinco anos, sem nunca ter coragem de denunciar seu agressor. Por isso, ela sempre quis ter uma espécie de “mensagem” no corpo para fazer os outros perceberem que ela precisava de ajuda… Daí a ideia do ponto preto.
O problema é que, com a viralização nas redes sociais, muitas pessoas começaram a postar selfies com o ponto na mão, e diversas ONGs e instituições de combate à violência contra a mulher passaram a criticar o projeto, afirmando de que as vítimas ficariam ainda mais expostas.Mas a questão é: Todos vão entender que aquilo é um pedido de socorro? É seguro fazer isso?
Enfim, não há números oficiais sobre quantas mulheres foram salvas após aderir à campanha.
Você sabe o que tem por trás do ponto preto na palma da mão?

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