Acusado por múltiplos crimes contra o enteado, Miguel Estrela, de apenas 1 ano de idade, o lutador de jiu-jitsu, Daryell Dickson Menezes Xavier foi abusado por mais de 20 homens na cadeia.

Daryell Dickson Menezes Xavier, foi levado para a 12ª Delegacia de Polícia de Taguatinga, cidade satélite de Brasília.

Dando entrada na cadeia, ele, que durante todo o depoimento se manteve em silêncio, se negando a dar sua versão dos fatos, foi recepcionado por seus colegas de cela com uma série de agressões.

Ao todo, estima-se que mais de 20 presos teriam participado das ações contra o lutador de jiu-jitsu.

Lutador de jiu-jitsu é condenado

Logo após ser preso em março de 2014, Daryell teria sido recepcionado por cerca de 20 detentos, que fazem parte do tribunal do crime na Penitenciária de Taguatinga e não toleram crimes contra incapazes.

Após isso, Daryell apresentou diversos ferimentos pelo corpo. Segundo informações passadas pelos policiais e equipe médica, que atendeu o lutador na cadeia, logo após o mesmo receber os primeiros atendimentos, os detentos chegaram ainda a arrebentar os pontos de reestruturação da cavidade do criminoso.

Situação de Daryell atualmente

Em junho de 2015, Daryell Dickson Menezes Xavier, foi julgado e durante a audiência se pronunciou pela primeira vez diante das autoridades.

Indagado pela promotoria a respeito do silêncio mantido, ele disse que foi uma orientação da defesa.

Em seguida, a acusação trouxe para o tribunal um antecedente criminal do réu: o telefone dele foi grampeado e ele foi citado em um processo de associação ao tráfico, pela Polícia Civil, em 2008.

Afirmando não ter envolvimento com a morte do menino, diversas provas foram tratadas como irrefutáveis e o veredicto foi de 22 anos e 8 meses de reclusão anunciado.

Atualmente, o acusado, que é faixa roxa em jiu-jitsu, trabalha como cantineiro no Complexo Penitenciário da Papuda, situado na região administrativa de São Sebastião, no Distrito Federal

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